Como hospedar Progressive Web Apps no GitHub Pages

Eu vivo falando da rede social de banco de dados em tempo real chamada Firebase neste blogue digital. O Firebase ja é conhecido pela suas funcionalidades de Hosting, e basta um firebase deploy para por um projeto no ar. Porém, como eu sou uma pessoa chata e desagradável, eu não gosto muito de usar o Firebase Hosting quando eu não estou usando nada além do própiro Firebase Hosting.

Explico: quando estamos usando mesmo o Firebase, aí tudo bem, estamos tudo em casa, tem o Database, tem o Hosting, tem algum serviço de autenticação… se justifica deixar tudo lá. Mas quando eu não tô usando outra coisa sem ser o Hosting, aparecem certas coisas que me incomodam: ter que criar um projeto novo no Firebase (que são limitados, caso não saiba), ter que inicializar o repositório com as configurações, usar o Firebase-CLI além de – obviamente – o próprio Git, e configurar o domínio e SSL não é difícil; mas é chato, demorado e manual (ao menos pros meus padrões).

Quando essa situação acontece, eu prefiro usar o GitHub Pages para por minhas páginas estáticas no ar.  Eu já ia estar usando o Git de todo jeito, agora eu só tenho que dar push na branch certa e ele vai estar no ar. Nesses dias rolou algo interessante, um problema que eu nunca tinha enfrentado antes. Quando a gente desenvolve um Progressive Web App, é normal ele ter ao menos um tipo de autenticaçãozinha que seja. Então, eu sempre hospedava já no Firebase.

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Você talvez não saiba, mas o Atlético Paranaense e o Coritiba entraram para a história

Pode parecer estranho eu escrever sobre futebol. Mas acho que o assunto é mais que futebol, é sobre mudança. E uma daquelas que a gente talvez sinta que presenciou História, sabe? Mesmo que seja numa coisa boba, como por exemplo, futebol.

Ouço sempre que futebol não é só um esporte. De vários amigos, de conhecidos, e certamente a essa altura alguém já usou isso como marketing. Basta lembrar de toda a comoção ocorrida com a tragédia que aconteceu com a Chapecoense. E talvez, no início da noite de ontem, pode ter acontecido algo que venha ser mais um argumento para sustentar a fama do esporte que não é só esporte.

Mas antes, vamos a alguns fatos: dado que estamos em 2017, você já deve ter notado que as Organizações Globo são donas de todas as transmissões esportivas no Brasil. Se você acompanha futebol, certamente acha que o que acabei de falar é chover no molhado. Desde que futebol é futebol no Brasil, a Globo manda e desmanda, desde escolher os horários das partidas (como ocorre nas quartas-feiras, no ridículo horário das 21h30) até deixar de passar jogos por motivos de novela. A Band, coitada, sempre faz o que pode, mas nanica como é, se limita a ser parceira da Globo. Isso, claro, quando é possível, já que deixou de exibir o Brasileirão por falta de patrocinadores, por motivos óbvios, já que eles podem patrocinar na Globo.

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Servidor (ridiculamente simples) em Node para arquivos estáticos

Hoje em dia iniciar um projeto em JS é quase um casamento seu com suas ferramentas, no qual você tem que passar alguns bons minutos (ou horas) pra configurar tudo e deixar tudo perfeitinho.

A vantagem disso é que teoricamente você só vai precisar fazer esse trabalho uma vez; porém nem sempre a gente quer, ou precisa, ter esse trabalho. Um dos melhores amigos de quem trabalha com conteúdo estático é o SimpleHTTPServer do Python, que nos permite levantar um servidor HTTP com uma facilidade absurda, além da sua grande vantagem de já estar pré-instalado virtualmente em qualquer máquina com um sistema UNIX.

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Saiu o Angular 4 beta 0. E tá tudo bem.

Ou “Como Não Se Desesperar Com Um Versionamento Mal Feito”

Esmerilhadeira Angular 4. 1/2″ 720W Gws 7–115 Bosch — 127 Volts

O Angular atualmente é o Lula dos frameworks de JavaScript. E nem é por questão ideológica, ou algo do gênero, mas repare, é por Angular 2 no título que é clique & polêmica. Poderia aumentar o paralelo: o Angular já foi muito idolatrado, agora nem tanto. Tem gente que acha que morreu (ou que vai ser preso amanhã), e tem seguidores fervorosos até o dia de hoje.

O que política tem a ver com versionamento? Isso mesmo, nada.

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As novidades do Firebase Summit

Ontem aconteceu em Berlim o Firebase Dev Summit. Depois de seis meses do Google I/O ter rolado — e o I/O foi totalmente sobre o Firebase — chegou a hora de mostrar os próximos passos da plataforma.

Como todo bom evento sobre produto, ele joga uns números impressionantes na sua cara: desde o lançamento da versão 3.0, no I/O, mais de 750 mil projetos foram criados no Firebase, Kakaroto.

Com amor, para os Apps

O Firebase Crash Reporting saiu do beta e agora está totalmente integrado com o Firebase Analytics. A partir de agora, quando seu app der um crash, todas as tags e conteúdos armazenados via analytics serão enviados ao Firebase e estarão disponíveis no seu console para você analisar os dados e entender, em detalhes, o que o seu usuário estava fazendo e qual o motivo daquele crash ter acontecido.

Além disso, para Android, o Firebase Test Lab agora está disponível no tier gratuito do Firebase. Você pode usa-lo com 5 testes em devices físicos/dia e 10 testes em devices físicos/dia sem pagar absolutamente nada. O Test Lab permite executar e analisar testes feitos com o Espresso e o Robotium (entre outros) e ver os resultados direto no seu Console. Também foram disponibilizados modelos de smartphones Android mais atuais no painel.

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