Como hospedar Progressive Web Apps no GitHub Pages

Eu vivo falando da rede social de banco de dados em tempo real chamada Firebase neste blogue digital. O Firebase ja é conhecido pela suas funcionalidades de Hosting, e basta um firebase deploy para por um projeto no ar. Porém, como eu sou uma pessoa chata e desagradável, eu não gosto muito de usar o Firebase Hosting quando eu não estou usando nada além do própiro Firebase Hosting.

Explico: quando estamos usando mesmo o Firebase, aí tudo bem, estamos tudo em casa, tem o Database, tem o Hosting, tem algum serviço de autenticação… se justifica deixar tudo lá. Mas quando eu não tô usando outra coisa sem ser o Hosting, aparecem certas coisas que me incomodam: ter que criar um projeto novo no Firebase (que são limitados, caso não saiba), ter que inicializar o repositório com as configurações, usar o Firebase-CLI além de – obviamente – o próprio Git, e configurar o domínio e SSL não é difícil; mas é chato, demorado e manual (ao menos pros meus padrões).

Quando essa situação acontece, eu prefiro usar o GitHub Pages para por minhas páginas estáticas no ar.  Eu já ia estar usando o Git de todo jeito, agora eu só tenho que dar push na branch certa e ele vai estar no ar. Nesses dias rolou algo interessante, um problema que eu nunca tinha enfrentado antes. Quando a gente desenvolve um Progressive Web App, é normal ele ter ao menos um tipo de autenticaçãozinha que seja. Então, eu sempre hospedava já no Firebase.

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Servidor (ridiculamente simples) em Node para arquivos estáticos

Hoje em dia iniciar um projeto em JS é quase um casamento seu com suas ferramentas, no qual você tem que passar alguns bons minutos (ou horas) pra configurar tudo e deixar tudo perfeitinho.

A vantagem disso é que teoricamente você só vai precisar fazer esse trabalho uma vez; porém nem sempre a gente quer, ou precisa, ter esse trabalho. Um dos melhores amigos de quem trabalha com conteúdo estático é o SimpleHTTPServer do Python, que nos permite levantar um servidor HTTP com uma facilidade absurda, além da sua grande vantagem de já estar pré-instalado virtualmente em qualquer máquina com um sistema UNIX.

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Saiu o Angular 4 beta 0. E tá tudo bem.

Ou “Como Não Se Desesperar Com Um Versionamento Mal Feito”

Esmerilhadeira Angular 4. 1/2″ 720W Gws 7–115 Bosch — 127 Volts

O Angular atualmente é o Lula dos frameworks de JavaScript. E nem é por questão ideológica, ou algo do gênero, mas repare, é por Angular 2 no título que é clique & polêmica. Poderia aumentar o paralelo: o Angular já foi muito idolatrado, agora nem tanto. Tem gente que acha que morreu (ou que vai ser preso amanhã), e tem seguidores fervorosos até o dia de hoje.

O que política tem a ver com versionamento? Isso mesmo, nada.

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As novidades do Firebase Summit

Ontem aconteceu em Berlim o Firebase Dev Summit. Depois de seis meses do Google I/O ter rolado — e o I/O foi totalmente sobre o Firebase — chegou a hora de mostrar os próximos passos da plataforma.

Como todo bom evento sobre produto, ele joga uns números impressionantes na sua cara: desde o lançamento da versão 3.0, no I/O, mais de 750 mil projetos foram criados no Firebase, Kakaroto.

Com amor, para os Apps

O Firebase Crash Reporting saiu do beta e agora está totalmente integrado com o Firebase Analytics. A partir de agora, quando seu app der um crash, todas as tags e conteúdos armazenados via analytics serão enviados ao Firebase e estarão disponíveis no seu console para você analisar os dados e entender, em detalhes, o que o seu usuário estava fazendo e qual o motivo daquele crash ter acontecido.

Além disso, para Android, o Firebase Test Lab agora está disponível no tier gratuito do Firebase. Você pode usa-lo com 5 testes em devices físicos/dia e 10 testes em devices físicos/dia sem pagar absolutamente nada. O Test Lab permite executar e analisar testes feitos com o Espresso e o Robotium (entre outros) e ver os resultados direto no seu Console. Também foram disponibilizados modelos de smartphones Android mais atuais no painel.

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Como é programar em JavaScript em 2016

Esse artigo é uma tradução totalmente livre e adaptada de “How it feels to learn Javascript in 2016”, publicada na Hackernoon. Provavelmente nenhuma nova biblioteca foi criada enquanto esse artigo estava sendo escrito. Ou não.

Era uma terça-feira e chovia muito. Numa conversa entre dois amigos, um desenvolvedor frontend e um backend…

Man, seguinte, eu peguei um freela aí de um projetinho web pra dar uma ajuda nas finanças, sabe como é…

A crise tá foda, né?

Então… Mas como você sabe, faz um bom tempo que eu não mexo com web e ouvi muito sobre as mudanças que rolaram nos últimos tempos. Tô ligado que você manja muito do rolê de ser webdesigner, né?

O termo atual é “Engenheiro Front End” mas sim, é isso mesmo. Mudou bastante. Dá pra fazer tudo com JavaScript, acabei de voltar da BrazilJS e, cara, nunca me senti tão bem em conhecer o que há de mais novo na web. Dá pra fazer de players de música com aqueles visualizers foda e até controlar drones. A gente consegue fazer o que a gente quiser com JS, o céu é o limite.

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